Com parlamentar foragido, deputada presa e filho conspirador de ex-presidente, Brasil nunca teve tantas aberrações na política
A política brasileira virou um filme de terror trash e de muito mal gosto e cheio de aberrações. É um cenário tão caótico que nem mesmo o cineasta com maior imaginação seria capaz de conceber tamanha criatividade para escrever um roteiro. Os escritores mais habilidosos, teriam dificuldade para escrever tantas atrocidades e absurdos para compor um livro de ficção ou de fantasia que beira o absurdo.
Entre as aberrações, as piores são da extrema-direita: a presidiária Carla Zambelli, que custou mais de meio milhão do dinheiro do contribuinte. O foragido Alexandre Ramagem, outro que gera um gasto considerável e o conspirador e sonhador que o pai seja anistiado pelos crimes que cometeu, Eduardo Bolsonaro. Mas também temos outros personagens asquerosos e sorrateiros, como os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre e da Câmara dos Deputados, Hugo Mota.
Existem aberrações para todos os gostos e de todos os partidos, o que inclui PT e PL. Mas, os parlamentares de extrema-direita, simplesmente não conseguem discutir temas que são relevantes e que possam beneficiar a classe trabalhadora que carrega esse país nas costas. Como não se horrorizar com Nikolas Ferreira e aquela coisa estranha que atende pelo nome de Paulo Bilynskyj? Este último, que parece ter saídos das trevas mais profundas ou de qualquer esgoto contaminado com o que existe de pior da humanidade.
Mas porque essa gente da extrema-direita não consegue debater o que é realmente importante, como saúde, educação, maior renda e qualidade de vida? Talvez a resposta seja simples: para se fazer um bom debate, é preciso ter bons conhecimentos sobre o assunto debatido, ler, estudar as questões que estão em discussão, saber ouvir, entender qual é a hora de falar, de ceder e de encontrar o que pode ser melhor para a população. Mas, como os extremistas só conseguem ofender e falar coisas sem sentido e tem um completo desprezo pelo intelectual, dando como exemplo os governadores Tarcísio de Freitas (SP) e Romeu Zema (MG), é fácil entender por que chegamos nessa situação.
Defender anistia e tentar votar projetos para beneficiar bandidos, como a PEC da blindagem e tentar achar meios para que uma presidiária, um foragido da Justiça e um conspirador exerçam seus mandatos a distância, categoria que só existe no Brasil, são as principais pautas dessa gente maluca. Analisando as muitas loucuras dessas aberrações, podemos entender por que eles não são capazes de aceitar a redução da alíquota do Imposto de Renda (IR), que irá beneficiar mais de 25 milhões de trabalhadores, de taxar os bilionários ou de, simplesmente debater a construções de mais hospitais, mais escolas e defender o que realmente importa para a população.
