Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

“A mão que afaga é a mesma que apedreja”: 111 anos da morte de Augusto dos Anjos, o poeta inigualável

Um dos mais importantes escritores do Brasil, que não teve o reconhecimento merecido

Augusto dos Anjos foi um poeta visceral, dono de versos que, se fossem capazes, poderiam nos cortar como navalhas. Dono de uma crítica árdua, muito daquilo que ele escreveu, ainda podem ser utilizados para explicar toda a loucura e complexidade humana. Paraibano da cidade de Sapé, sua obra não se limitou a falar de coisas belas – algo comum na poesia – ao contrário disso, foi um dos primeiros a utilizar em suas poesias, palavras como: verme e vômito.

Morto aos 30 anos, vítima de pneumonia, em 12 de novembro de 1914, portanto, há 111 anos, a poesia de Augusto dos Anjos ainda é incompreendida por muitos daqueles que tiveram contato com sua forma única de escrever. Sempre questionando nossa existência e afirmando que o amor da humanidade é uma grande mentira. Seus versos são capazes de nos fazer pensar sobre a responsabilidade que temos com a vida. Exerceu grande influência em muitos poetas brasileiros e, podemos dizer que não teve o reconhecimento merecido, tendo boa parte de sua obra jogada ao ostracismo.

Augusto dos Anjos é o grande responsável em fazer com que sejamos capazes de expressar nossa essência e questionar o que podemos fazer para mudar os rumos de nossas vidas e, consequentemente, entender a humanidade e tentar transformá-la em algo melhor.

Eu e outros poemas, é o único livro publicado por Augusto dos Anjos e com a ajuda de seu irmão. Datado de 1912, são 113 anos de uma obra, cujo leitura é fundamental para entendermos a grandiosidade desse autor inigualável. O reconhecimento de Augusto dos Anjos, que deveria ser maior do eu é, inclui o fato dele ser patrono da cadeira número 1 da Academia Paraibana de Letras (APL) e dar seu nome para a Academia Leopoldinense de Letras e Artes (ALLA), em Minas Gerais.

Post anterior
Próximo post

Vanderson Freizer

Escritor e Bloger

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copyright © 2025 Vanderson Freizer. Todos os direitos reservados | Feito por andrearty.com