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A ofensiva de Folha de S. Paulo, Estadão, IstoÉ e Veja, contra a jornada 5×2

Jornais e demais mídias ligadas aos grupos de notícias, causam repugnância com matérias sobre quebra da economia

Folha de S. Paulo, Veja, O Estado de S. Paulo (Estadão) e a IstoÉ – que se diz independente – decidiram abraçar a causa da redução da jornada de trabalho para o 5×2, mas do lado dos empregadores e, em muitas reportagens, distorcendo fatos, utilizando os famosos “especialistas” e causando repulsa ao afirmarem que a economia vai ter prejuízos, caso seja aprovado o fim do fatídico 6×1. Pode colocar no mesmo grupo midiático, a Band, com seus comentaristas esquizofrênicos, o SBT e todos os veículos de comunicação do Grupo Globo.

Tudo que esses veículos, a serviço de seus anunciantes, estão escrevendo, deveria causar repulsa em todos os trabalhadores – destacando que o Estadão, é mais repugnante que os demais. No entanto, as reportagens, manipulando dados e utilizando narrativas dos especialistas de economia (aqueles que sempre alertam que o Brasil vai quebrar, caso o trabalhador seja beneficiado), encontra ressonância entre muitos dos que trabalham exaustivamente na escala de 6×1, ficando do lado dos patrões e lutando ferozmente para não ter o direito de trabalhar em jornada reduzida, mas, no fim das contas, tendo o mesmo esforço diário.

É fácil entender o afã de Folha, Estadão, Veja  e IstoÉ em combater o fim da jornada de 6×1, mas, para isso, temos que observar os anunciantes desses veículos de comunicação, que incluem o banco Itaú e lojas de todos os tipos. Esses grupos de notícias estão a serviço daqueles que os pagam, sendo assim, vão utilizar todo tipo de pesquisas e levantamentos e manipular todos os dados que forem possíveis para causar o pânico da quebradeira econômica, do fim de postos de trabalho e recessão. Somado a isso, vem os aliados do caos, os economistas do desastre, aqueles que acreditam que beneficiar quem trabalha e carrega esse país nas costas, não merece ter mais tempo para a família, para o lazer ou, simplesmente, ficar em casa sem fazer nada.

É importante que o trabalhador, antes de encampar a mesma luta de Folha, Estadão e IstoÉ, verifique as empresas que anunciam nesses veículos de imprensa e tentem entender os motivos que levam esses jornais e essa revista a escrever textos que tratam os trabalhadores como preguiçosos, ineficientes ou qualquer outro adjetivo pejorativo que eles possam criar com suas criatividades para ofender quem trabalha. Os donos das empresas que anunciam nesses veículos de imprensa, deveriam, antes de patrocinar a desinformação, pegar um ônibus lotado, enfrentar o sol ou a chuva para irem trabalhar e ainda ter que sobreviver com os salários que eles pagam para seus funcionários. Talvez se eles diminuírem verbas com publicidade ou com patrocínios em TV, jornal e revista, possam pensar em proporcionar melhorias para aqueles que mantém suas empresas funcionado.

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Vanderson Freizer

Escritor e Bloger

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