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Dark Horse: Produtora de filme de ficção sobre Bolsonaro recebeu R$ 2 milhões em emendas parlamentares e firmou contrato de mais de R$ 100 milhões com prefeitura de São Paulo

Instituto Conhecer Brasil (ICB) também firmou contrato de mais de R$ 100 milhões com a prefeitura de São Paulo

O filme, que deveria contar a trajetória de Jair Bolsonaro, ex-presidente que está preso por tentativa de Golpe de Estado, está mais para uma história de ficção do que uma cinebiografia. Além de estar envolvido em quebra de direitos autoriais pela utilização irregular da Survivor, de Beyoncé, utilizada sem autorização no trailer do longa-metragem, o The Intercept Brasil divulgou a informação de que a trama recebeu R$ 2 milhões em emendas parlamentares, envolvendo o ex-deputado Mario Frias (PL/SP).

Como tudo que gira em torno da família Bolsonaro, o filme que conta a história do presidiário não poderia ser diferente. É uma pena que a obra tenha sido realizada antes da prisão do ex-presidente, pois essa parte da trajetória do negacionista, que tem histórico de atleta não pode ser contada, muito menos a tentativa de romper a tornozeleira eletrônica, que Bolsonaro diz ter queimado com ferro de solda, por estar ouvindo vozes vindas do aparelho. Se está cena pudesse ter entrado nas filmagens de Dark Horse, com certeza, seria uma das mais engraçadas sobre um político brasileiro.

Entre as muitas polêmicas que envolvem a produção do filme – que o diretor Cyrus Nowrasteh, diz fazer um “retrato complexo e honesto” de Jair Bolsonaro e ainda ser “trhiller político contemporâneo” – estão acusações de jornadas de trabalho excessivas, alimentação inadequada e cachês para figurantes abaixo do piso da categoria. Agora o Intercept Brasil revelou que o Instituto Conhecer Brasil (ICB), uma ONG (Organização Não Governamental), de Karina Ferreira da Gama, que também é dona da GoUP Entertainment, recebeu R$ 2 milhões de recursos públicos, através de números de CNPJs diferentes.

Os recursos são provenientes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério dos Esportes. Além disso, o ICB está envolvido em um contrato com a prefeitura de São Paulo de R$ 108 milhões. Não é possível afirmar que esse dinheiro foi usado para a produção do filme sobre o ex-presidente presidiário.

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Vanderson Freizer

Escritor e Bloger

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