Filho do ex-presidente presidiário era o nome mais fraco para disputar a presidência e é completamente vazio de ideias e planos para o país
A Esquerda pode comemorar, de maneira antecipada, os presentes de Natal e Ano Novo. A notícia de que Flávio Bolsonaro (PL/RJ) irá disputar a presidência com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não poderia ser melhor. O mais fraco entre os postulantes a ser presidente em 2026, um senador, que, assim como seus irmão e seu pai, é completamente vazio de ideias e de planos para comandar um governo sério.
Na política, Flávio Bolsonaro nunca apresentou um projeto de lei que possa ser considerado decente. Nunca debateu o que é importante para o país e nunca foi adepto a defender melhorias na educação, saúde e nem mesmo na segurança pública, uma pauta que sempre está rodeando, mas sem que possa contribuir para um debate produtivo e proveitoso.
Desde que Jair Bolsonaro foi preso, o senador pelo Rio de Janeiro e agora na disputa pelo Palácio do Planalto, não trem outro discurso senão pedir por anistia e toda essa baboseira de “liberdade absoluta” que só existe na cabeça dessa gente doida. Até os Direitos Humanos, que Flávio e o pai sempre desdenharam e diziam ser para “favorecer a bandidagem”, agora é defendido pelo parlamentar carioca. O que antes era considerado regalia para criminosos, agora mudou de tom e passou a ser um benefício que o ex-presidente, que está na cadeia, precisa.
A disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro não poderia ser melhor para decretar um 4º mandato para o atual presidente. É uma vitória, praticamente, garantida. Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, ou Michelle Bolsonaro, mesmo que também fossem derrotados, dariam mais trabalho que o filho do presidiário. É uma notícia para terminar 2025 comemorando e já começar a planejar as festas para o tetracampeonato de Lula como presidente.
