Controversas, narrações obscuras e violência sexual contra pré-adolescentes fazem parte de obra um tanto quanto esquisita
Escrito pelo russo-americano Vladimir Nabokov, o livro Lolita é tido como um clássico e uma das maiores realizações da Literatura do século XX. A meu ver, é uma obra superestimada, não passando de um livro erótico, com a insensatez de envolver estrupo de pré-adolescente e atração sexual para menores de 14 anos.
Lolita não é uma leitura para qualquer um, para mim, deveria ser para muitos poucos ou ninguém. Mas, se você tem interesse em um personagem que sente atração sexual por pré-adolescentes, que sequestra uma jovem de 12 anos, torna o pai adotivo dela e acaba por estuprá-la, então, vale apena arriscar.
A obra virou filme por duas vezes, a primeira, em 1962, dirigido por Stanley Kubrick e a segunda, em 1997, sob direção de Adrian Lyne. Não vi nenhum dos longas-metragens e não tenho interesse em ver. Para ser sincero, a leitura desse romance é desconcertante e, por muitas vezes causa nojo. Esse livro é um exemplo de que nem todo clássico é bom. E mesmo tendo sido incluindo em diversas listas de melhores, incluindo estar entre os 100 romances em língua inglesa da revista Time, publicados entre 1923 e 2005 e ser considerado um dos livros mais celebres da história, continuo a dizer que é apenas uma história de pedofilia, que aborda tema polêmico e controverso e conta com narrações obscuras e desagradáveis.
